:: ArE yOu sTiLL mAd? ::
Sim… Música tem um sentido especial na minha vida. Sempre teve. Inegável.
Desde que eu existo sou condicionada a dar um significado mais do que o meramente exposto pelo mundo à música. Desde que eu estava na barriga da minha mãe isso é fato… Meus pais sempre deixaram isso bem claro. Meu pai principalmente, rs…
Pra começo de conversa, meu pai, além de músico sempre fora jornalista e economista, cóf cóf…
Ele tinha cabelos longos, vestia calças boca de sino e tinha uma banda… Ele cantava, tocava e compunha… Sim, cada vez que eu falo dele as pessoas entendem mais e mais o porquê dele ser o meu super-herói favorito, o número 1!
Além disso tudo, meus pais se casaram com “Black Sabbath” e não com a brega tradicional marcha nupcial (amo meus pais mais ainda por causa disso!!!)…
E em momentos em que me deixo levar pela música, seja por eu estar depressiva, nostálgica, feliz ou ansiosa, ao ouvir as composições que eu mais gosto, é inegável remeter as letras ao que eu estou vivendo no momento… Há horas em que tudo parece tão real, e eu, egoisticamente, sinto como se aquelas composições tivessem sido feitas especialmente para mim. E ultimamente, a cada música que eu me disponho a ouvir, parece que ouço uma mensagem para mim, para a minha vida. Como se eu estivesse interpretando…
E hoje, por acaso, ouvindo Alanis, me senti pontualmente dessa forma… Com “Are you still mad?”… Este é um reflexo do meu hoje…
are you still mad I kicked you out of bed?
are you still mad I gave you ultimatums?
are you still mad I compared you to all
my forty year old male friends?
are you still mad I shared our problems
with everybody?
are you still mad I had an emotional affair?
are you still mad I tried to mold you into
who I wanted you to be?
are you still mad I didn’t trust your intentions?
of course you are…
are you still mad that I flirted wildly?
are you still mad I had a tendency to mother you?
are you still mad that I had one foot out of the door?
are you still mad that we slept together even after
we had ended it?
of course you are…
are you still mad I wore the pants most of the time?
are you still mad that I seemed to focus
only on your potential?
are you still mad that I threw in the towel?
are you still mad that I gave up long before you did?
of course you are…
:: Na SãO PauLo Da GaRoA… ::
… muita, M-U-I-T-A sujeira!
Fui à farmácia “perto” (lê-se 15 minutos a pé) de casa para comprar o meu doce (NOT!) remédio às 14h35 de hoje…
Fui de chinelo, claro. O sol queimando minha cabeça e meus ombros, mas fui confiante e feliz (NOT!).
Após 37, quase 40 minutos, cheguei em casa, tirei os chinelos e só ouvi o espanto da minha progenitora: “Filha, pelamordedeus, que pés são esses???”.
Olhei para baixo e me deparei com aquele par de membros dos quais sou tão grata e me espantei igualmente. Lá estavam meus pés: IMUNDOS e nada simpáticos…
Impossível usar chinelos ou sandálias em São Paulo, ainda mais em dias como o de hoje. Trabalhar assim? Nem pensar. Ou é chegar na empresa e ir rumo ao banheiro lavar os pés na pia (NOT!)…
Enfim: eis a prova do fato.
:: BaD RoMaNcE – AwEsOmE! ::
Sem palavras.
Eu simplesmente babei por este vídeo. Just perfect.
THIS WOMAN SIMPLY ROCKS!
Fucking rocks!
:: E TeM CoMo nÃo AmAr NY?! ::
Não há o que não amar em Nova York. Fato. Uma das provas está no longa Nova York, Eu Te Amo, que está nos cinemas.
Quem não conhece a cidade mais cosmopolita do mundo – sim, estamos falando de Nova York, ladies and gentleman – quer conhecer a todo custo.
Quem já teve a experiência de passear pelo Central Park no final da tarde, subir até o último andar do Empire State Building, visitar o Egito quase real do Metropolitan Museum, pegar um táxi amarelo para ir até Wall Street tirar uma foto ao lado do búfalo, se deslumbrar em meio à Times Square à noite e comer um cupcake antes de assistir a um musical da Broadway, quer mais. Muito mais. Nova York nos transforma em seres insaciáveis por novas descobertas, novos passeios e novas experiências. Inclusive amorosas.
Nova York inspira paixões de todos os tipos e em qualquer época do ano, sem decepcionar. Verão, inverno, outono ou primavera. Não importa. Estar em Nova York é como fazer parte de um longa-metragem, mesmo que a viagem seja um curta. E a sensação de assitir a uma produção hollywoodiana e identificar os lugares já visitados, mesmo fazendo o papel do pentelho que não para de dizer: Olha, já estive lá. E lá também. E lá – causando aquela invejinha branca de quem planeja sua próxima viagem – é impagável. Essa big apple é realmente suculenta.
E por ser assim, tão fascinante, tão única e tão universal, a cidade motivou cineastas a produzirem curtas que fizessem o espectador se entregar a esta experiência como se ela fosse real – e dar prosseguimento ao projeto do francês Emmanuel Benbihy, que se iniciou a partir da série Cities of Love, criando várias produções que contassem histórias de amor nas cidades mais encantadoras do mundo.
Paris, Eu Te Amo (Paris, I Love You, Suíça/Alemanha/França, 2006) foi o primogênito. Nova York, Eu te Amo (New York, I Love You, EUA/França, 2009) é o segundo. E ainda haverá espaço para outros – inclusive com a nossa cidade maravilhosa: Rio de Janeiro.
Nova York, Eu Te Amo compila 12 curtas dirigidos por artistas como Shekhar Kapur, Brett Ratner, Fatih Akin, Natalie Portman (em sua estreia atrás das câmeras), Jiang Wen, Shunji Iwai, Mira Nair, Allen Hughes, Yvan Attal, Randy Malsmeyer e Joshua Marston.
Há histórias excelentes e histórias mais fracas, mas no geral, todas se encaixam (e se misturam!) e fazem o ingresso adquirido valer a pena. Os maiores destaques ficam certamente para os contos de Joshua Marston, Mira Nair e, por que não, de Natalie Portman, que faz de sua parte um segmento de sua própria personalidade.
Não seria nada justo mencionar o conteúdo de qualquer “capítulo” aqui – o risco de oferecer um spoiler é muito grande. Mas a garantia de que os causos de amor ilustrados nesta produção (que está muito à frente de seu antecessor) vão transportar o público para dentro da cidade do marco zero, é real. Divirta-se e apaixone-se por Nova York você também. É inevitável.
:: ReSpOnSaBiLiDaDe & LiBeRdAdE ::
Muitas de nossas escolhas – na vida, no trabalho, no íntimo, na sexualidade, nos relacionamentos com as pessoas – tem a obrigação de acontecer baseando-se na responsabilidade e mais do que TUDO, na liberdade.
A responsabilidade vem de forma que tudo o que fazemos não deve afetar o outro direta ou indiretamente, prejudicar o outro, expor o outro, forçar o outro, intimidar, invadir ou desrespeitar o outro. Seja o que for. Nossas escolhas devem ser feitas somente se os únicos afetados, direta ou indiretamente, formos NÓS – para que NÓS, sozinhos, possamos enfrentar e lidar com as consequências dos nossos atos. E só.
A liberdade vem no sentido em que NUNCA deveríamos aceitar uma situação da qual não queremos fazer parte. Todos os seres humanos deveriam ter o direito de escolher o que quiserem para suas vidas. E se a escolha for feita em dois, três ou whatsoever, que seja justa e equilibrada. E política!
Mas, infelizmente, as coisas nem sempre funcionam assim…
As pessoas geralmente tendem a palpitar sempre no que será melhor ou não para o outro, visualisando a cena pela sua própria e única perspectiva. Todo mundo sabe o que é melhor para os outros (mas nunca para si mesmos???). E isso me ira! Fico doente quando os ouros querem me mostrar que eu devo seguir ou fazer o que eles acham melhor. E o pior: sem eu SEQUER perguntar ou pedir ajuda ou conselhos!!!
Eu sei, de forma até às vezes distorcida, correta ou confusa, o que eu quero e o que eu não quero. SIM! Às vezes eu entro em parafuso SIM. Não sei que caminho trilhar, por onde ir, do que abrir mão… Mas daí, eu peço ajuda a quem eu ACHO que pode me orientar (por mais que eu saiba que a ÚNICA pessoa que era capaz disso, não está mais comigo agora…). Simples assim. Não quero ouvir lição de moral de quem eu NÃO peço opiniões. Simples assim…
A questão da liberdade também me fere, me incomoda, me deixa LOUCA (pra não dizer PUTA da vida!). Eu nasci livre. Sou livre. Fui criada assim e orientada assim. Quando sou imposta a fazer, dizer ou aceitar algo CONTRA minha vontade, minha moral, meus conceitos, me sinto impotente e desrespeitada. Mas sei que às vezes tenho que engolir. Mas isso somente se for extremamente necessário, por exemplo, para manter meu emprego. caso contrário, não dá. Me torço, retorço e coloco a língua pra fora: digo o que penso, digo NÃO, digo que não dá! E sempre que eu tiver espaço, vou deixar bem claro a minha opinião… E vou correr atrás do que acredito e do que quero pra mim – mesmo que a corrida seja exaustiva.
O problema é que muitas vezes, família acaba sendo um problema MAIOR do que trabalho, por exemplo, onde você precisa aceitar de boca fechada “certas” normas, “certos” direcionamentos.
Essa história, por exemplo, de, no caso de casamento, os padrinhos terem que ser necessariamente o casal real do relacionamento e não os pares que os noivos quiserem formar… Eu fico PUTA com isso. “Desrespeito eu convidar a minha prima, que eu amo, com que eu tenho uma história linda de vida, para ser madrinha do meu casamento, e não querer convidar o marido dela, que não tem nenhuma história de vida linda comigo, que há pouco eu nem conhecia, com quem eu não possuo nenhum tipo de amor e ligação especial???”. O desrespeito é o casal que vai casar TER que escolher os padrinhos por simples educação e politicagem… Por favor!!!
Outro exemplo é a questão religiosa do batismo… batizar uma criança é sinônimo de responsabilidade e comprometimento eternos! Pelo menos no meu conceito cristão. Para ser madrinha/padrinho, as pessoas tem que compartilhar sentimentos, sensações, opiniões, morais e conceitos… Tem que ser pessoas que estão na vida da gente tempo suficiente (e com intimidade suficiente!!!) para sabermos quem elas realmente são, para onde vão (se permanecem ou se esvaem da nossa vida – e consequentemente da vida da criança, que não tem nada a ver com a burrice dos pais na escolha).
Não se escolhe uma pirralha de 14 anos, que não sabe o que quer da vida e nem o que vai ser na vida, que está perdida se encontrando entre a infância e a adolescência, que não sabe e nem está preparada para defender seu argumento do “não, obrigada, não estou pronta pra isso e nem curto essa coisa toda…”. É suicídio indireto à criança e à pirralha. E aos pais tbm, que forjaram a situação toda. (nota: a pirralha era eu). Eu fui madrinha uma vez na vida, contrariada, chateada (porque na verdade eu me relacionava muito mais e amava muito mais o bebê, irmão do meu afilhado, que não se tornou meu afilhado) e frustrada. Hoje não tenho mais contato com meu afilhado. Não porque eu não goste dele ou porque eu seja uma má pessoa. Mas porque não houve nada que nos aproximasse com o tempo. Não teve fundamento eu ter sido madrinha e muito menos, não ter tido espaço para dizer: NO, THANKS!!!
Por isso eu digo que NUNCA MAIS na minha vida, serei madrinha de alguma criança - A NÃO ser que a minha história com os pais seja linda, seja essencial, seja significativa, seja intensa… A não ser que eu tenha convivência o suficiente, amor o suficiente (pelos pais e pela criança!) e vontade o suficiente para que tal medida aconteça e ninguém saia frustrado novamente. É um laço eterno. E é por isso também que, no dia em que eu me casar, eu vou ter a liberdade de fazer do meu casamento um evento meu e do meu marido, do jeito que agrade aos dois e que seja memorável. Por isso eu também digo que eu vou, a cada ano que passa, a cada experiência de vida que eu tenha a mais, defender que eu VOU SEMPRE LUTAR PELA LIBERDADE QUE ME É POSSÍVEL EM TODOS OS ASPECTOS E MOMENTOS DA MINHA VIDA. E AO TOMAR ESTA DECISÃO, SEI UE ESTAREI AGINDO DE FORMA RESPONSÁVEL COMIGO E COM OS QUE ESTÃO AO MEU REDOR.
E TENHO DITO!
:: LaDy GaGa MaKe-Up ::
A-M-O Lady Gaga. That’s for sure!
E, ainda sem sono, fuçando na internet, achei este video (a menina só podia ser asiática, mesmo, né?!) que AMEI!
Dá vontade de assistir e logo em seguida, reproduzir o make e arrasar!
Estendo o tapete vermelho pra japinha!!!
:: WhAT dO yOu sTaNd FoR? ::
I know that I stand for…
- COURAGE;
- FRIENDSHIP;
- WISDOM;
- JUSTICE;
- COOPERATION;
- GIVING;
- COMPASSION;
- HUMOR;
- HONESTY;
- TOLERANCE;
- IMAGINATION;
- EQUALITY;
- FAIRNESS;
- CITIZENSHIP;
- SELF-DISCIPLINE;
- INTEGRITY;
- SHARING;
- FORGIVENESS;
- TRUTHFULNESS;
- RESPONSIBILITY;
- CREATIVITY;
- RESTRAINT;
- CONSERVATION;
- PURPOSE;
- SINCERITY;
- EMPATHY;
- ACCOUNTABILITY;
- RESPECT;
- KINDNESS;
- CONFIDENCE;
- HONOR;
- ASSERTIVENESS;
- CARING.
And you? What do you fucking stand for?
:: QuEm nÃo mORRe, dÁ aS cArAs ::
“Eu preciso me organizar melhor…”
Esta frase é SEMPRE uma das minhas NEW YEAR’S RESOLUTIONS!!!
Admito.
O que acontece é que eu tenho um grave problema com o fato de querer fazer TUDO o que eu quero e encontrar uma enorme dificuldade de conciliar TUDO isso.
Trabalho para 3 empresas diferentes. Faço Técnicas Americanas. Tento ler TODOS OS LIVROS que tenho vontade e/ou preciso ler. Tenho meus amigos lindos, minha mãe, meu irmão, meu noivo, a família do meu noivo, a minha família (graças a deus sou abençoada nestes quesitos!). Tenho lição de casa e provas para corrigir e aulas para preparar. Tenho cabines para ir. Tenho a internet para desbravar e me informar. Tenho meu quarto e minha casa para arrumar e cuidar (estas duas tarefas são sempre as últimas na minha lista de prioridades, infelizmente. Tanto que me mudei há 5 meses e ainda não tenho sofá…). Tenho que ir na manicure, cuidar dos meus cabelos, ir ao mercado e fazer compras, ir a perfumaria. Tenho meus lazeres também: cinema, bares, parques, baladas, casa de amigos, comida para experimentar em restaurantes diferentes, bancas de jornal para visitar…
Ah, e também há a assinatura das revistas que eu amo ler: Turma da Mônica, ELLE, GLOSS, Newsweek. E as revistas que eu compro na banca e gosto de ler sempre: Superinteressante, Mundo Estranho, SET, MOVIE, Veronika. Tenho meus estudos paralelos de espanhol, que tento manter atualizado por conta própria.Tenho minha conta bancária para cuidar e as contas para pagar. Tenho os meus DVDs para assistir. Tenho minhas depilações para realizar. Meu blog…
Tenho tudo isso – E NÃO RECLAMO DE NADA PORQUE EU SIMPLESMENTE A-M-O TUDO ISSO!!! – e preciso urgentemente aprender a conciliar meu tempo e organizar meus afazeres. Às vezes consigo fazer bonitinho. Mas às vezes eu me perco… E todo ano é a mesma coisa: me obrigo a melhorar neste quesito.
Quem sabe um dia??? Hoje não vim até aqui atualizar meu espaço com algo que não seja um artigo meu (que fica fácil para copiar e colar do meu bando de dados)? Tudo bem que estou fazendo isso porque estou de molho, de injeção tomada e com dor. Mas mesmo assim… São 22h31 e de qualquer forma eu estaria fazendo isso porque eu geralmente trabalho (na teoria) até as 22h, chego em casa e dou continuidade à minha outra função. Então!
Nada é impossível para mim. Eu tento, tento, tento. E não desisto nunca do que eu quero ou desejo. E se algo não acontece, por falta de tentar é que não foi. Não morri ainda. E por isso estou aqui: dando as caras. E sou feliz assim. Ain’t dead. Keep on trying. Keep on living. Keep on struggling. Keep on being ME. Distorcida, pode ser. Mas EU!
:: PiRanHAs 3D – CaN’t WaiT! ::
O clássico do terror do final dos anos 70, o filme Piranhas, do diretor Joe Dante, ganha versão em 3D em remake previsto para estrear em 2010.
O clássico do terror de Joe Dante, Piranhas (Piranha, EUA, 1978), está programado para estrear, em versão 3D, em abril de 2010, com direção do francês Alexandre Aja (Viagem Maldita), roteiro de Grégory Levasseur e distribuição da Imagem Filmes, com um orçamento que beira os 20 milhões de dólares.
A trama é focada nos peixes pré-históricos que devoram humanos que estão vulneráveis dentro das águas do lago Victoria. Com a ajuda da policial Julie Forester (Elisabeth Shue), um grupo de pessoas se une para combater esta praga. As piranhas surgem após um tremor no fundo do lago.
No original de 1978, totalmente trash, o cardume surge devido a um erro de proteção de um laboratório de pesquisas do exército americano e aterroriza as pessoas que tentam se divertir em um lago, durante o verão da terra do tio Sam, no estado do Arizona.
Na produção de Aja, as cenas de carnificina prometem ser muito mais horripilantes e sangrentas, tentando em seu resultado final, não parecer um filme B de raiz. Outro detalhe interessante é a participação do diretor Eli Roth, com um personagem ue nem possui um nome, é apenas um “modelo de camiseta”. Adam Scott, Christopher Lloyd e Jerry O’Connell também participam do longa.
Alexandre Aja contou ao site americano Shock Till You Drop que desta vez, as piranhas terão mais personalidade – assim como os Gremlins de Steven Spielberg – cada uma diferente da outra. As filmagens aconteceram no lago Havasu, no Arizona e Aja confessou estar bastante ansioso: “Meu coração está querendo sair pela boca”, confessou o diretor. “Este filme é completamente diferente de tudo o que eu já fiz e há muito, muito humor negro nesta produção. Além de ser assustador também. Estamos trabalhando duro para que seja uma hora e meia de filme que ilustre um mundo completamente insano , mais do que qualquer um possa imaginar”, complementou.
Agora é só aguardar. E conferir. Em 3D, é claro. E com certeza as salas de cinema vão ficar lotadas de adolescentes curiosos e ofegantes pela moderna carnificina e humor negro dos filmes atuais e também dos amantes e fãs dos clássicos do cinema trash. É a tendência.







